99. Princípios
O nanosap deve crescer em cima de regras simples e auditáveis.
O sistema começa pelo lote
O lote é a origem financeira.
Sem lote, o item pode existir como peça em revisão, mas ainda não tem custo real.
Essa regra evita que o sistema invente custo sem origem.
Não confiar em dados externos
Dados externos ajudam a acelerar a operação, mas não devem ser tratados como verdade final.
Texto, imagem e valor estimado vindos da vitrine são pontos de partida. A revisão humana ainda é parte do fluxo.
O sistema também precisa evitar duplicidade quando a mesma origem externa aparece mais de uma vez.
Entradas manuais também são tratadas como rascunho operacional: elas entram no sistema, mas ainda precisam passar pelo inventário, status e conferência.
Tudo deve ser auditável
Ações importantes precisam deixar rastro.
Sincronização, criação de lote, vínculo e rateio precisam poder ser conferidos depois.
Logs não são enfeite: são parte da operação.
Simplicidade maior que complexidade
O nanosap deve resolver o fluxo central antes de crescer.
Preferir passos claros:
- criar ou revisar itens
- filtrar inventário para operar o conjunto certo
- criar lote
- vincular itens ao lote
- calcular rateio
- conferir resultado
Complexidade só deve entrar quando proteger o fluxo ou reduzir erro real.